quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Fim (ou não)

O semestre acabou, a vida seguiu em frente, e eu, infelizmente, tive que deixar um pouco este trabalho para que outros viessem. A importância e todo o significado que esse processo teve ainda permanece em mim. Há muito o que fazer ainda, mas não agora, não ainda neste patamar onde me encontro. Foi aqui, foi neste espaço e durante todo o tempo que convivi com o Núcleo Pereira Barreto que pude descobrir o prazer de ser jornalista. E assim eu me encontrei.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Fernandas

Fernanda significa ousada, com muito amor para dar. Aquela que está pronta para a jornada. Divertida, que quer a atenção de todos, por isso não economiza no seu jeito gentil e simpático. Busca sempre o melhor da vida. Leva ao final tudo que começa, indica única, batalhadora incansável e quase sempre consegue resultados positivos. A criatividade e o amor à liberdade são suas características mais marcantes.


Fernandinha, neta do Luciano, dramática como todas nós

Os que assistem e são assistidos

Para esclarecer e, o mais importante, me esclarecer, cheguei a conclusão que a única pessoa que recebe assistência nessa relação aqui, sou eu. Sim, os almoços que me servem, a atenção, o carinho, o divertimento... A minha retribuição, apesar de estar sendo construída com todas as minhas forças, é muito inferior a tudo isso que tenho vivido.
Como já disse, quero dar continuidade a esse tipo de trabalho. Não sei como será daqui pra frente, quantos conseguirei fazer, em quanto tempo, como será o processo. Enfim, eu sei que vou ter que começar a ponderar o tipo de envolvimento que terei. Pelo meu próprio bem e saúde, e pelo bem dos outros. Mas o Núcleo Pereira Barreto sempre será minha segunda casa em São Bernardo do Campo.


Domingo, ontem, no núcleo

sábado, 20 de junho de 2009

Mudanças

"Não tenho a mínima pretensão de ser fotografa", eu dizia para quem quisesse ouvir.
Mas percebi que é mania minha negar tudo que gosto muito. É uma forma de fugir daquele entusiasmo chato e efusivo. É muito legal perceber que, hoje, eu já consigo olhar para as minhas próprias fotos e ver o que eu poderia ter feito de diferente. Talvez focado mais nisso, ou naquilo. Ter feito por outro angulo.. e por aí vai todo o processo de auto análise.

Lâmpadas sabem ser cenográficas

Aquarela

Reflita sobre essa questão:
Você vive em ambientes monocomáticos ou coloridos?


E eu apaixonada por essa parede, esse vernelho, esse contraste.

Retratos

Parar imagens no tempo. Congelar segundos, instantes. Arquivar sua idade, seu momento, a etapa em que vive. Expressões, olhares. Se ver, seja na tela de um computador, ou impresso em papel. Retratos traduzem e transmitem. São hoje, as lembranças do amanhã.


Marcos, e a foto que eu adorei

Sexta Feira

Percebo que fotografar exige exercício. Com o tempo você fica mais segura e consegue ir direto ao ponto, ousar mais. Me prendendo aos detalhes finais, fui na Vila, ontem, terminar bem minha sexta feira e clicar o movimento. Tem gente que fala "Oi Fê" super feliz e eu nem sei quem é. Totalmente conhecida. Engraçado como esses laços mexem com a gente. A pessoa com que eu mais queria compartilhar essa minha primeira semana de repórter era o Luciano. Cheguei lá com a credencial em mãos e toda feliz mostrando e contando todos os detalhes. Afinal, acabei de parar pra pensar e concluir, que é com ele que estou aprendendo a ser jornalista.


Quem me ensinou a ser repórter